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sábado, 17 de março de 2012

Algumas Obras de João Batista Soares da Silveira e Souza
A Casa de Correção, também conhecida como "Cadeia da Ponta do Gasômetro" foi uma das grande obras do empreiteiro João Batista Soares da Silveira e Souza. A construção teve inicio em 1848 e somente teve  conclusão em 1864. Após ser parcialmente destruída por um incêndio em 1954, foi dinamitada em abril de 1962.
A primeira ponte da Azenha era de madeira e foi palco de sangrentos embates durante a Revolução Farroupilha. Esta foi a segunda ponte, cuja construção foi iniciada em 1851 e concluída em 1856. A ponte atual é a terceira a ser construída.
A única obra de João Batista Soares da Silveira e Souza que restou em pé foi a Ponte dos Açorianos (Ponte de Pedra). Conserva sua forma arquitetônica original. Sua construção foi ordenada em 1843 pelo Duque de Caxias quando Presidente da Província e teve as obras concluídas em 1854. Era considerada uma obra muito ousada pelos engenheiros da época.
João Batista Soares da Silveira e Souza nasceu na Ilha de São Jorge nos Açores em 1837 e ainda muito jovem veio para o Brasil estabelecendo-se em Porto Alegre como empreiteiro. Faleceu em 1913.

7 comentários:

  1. Paulo Ricardo Martins Souza21 de março de 2012 12:55

    Acredito que esta foi a segunda e não terceira ponte pois é a que permanece até hoje. A diferença é que hoje há uma maior parte submersa e que aparece na foto.

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  2. Caro Ronaldo,
    Gostaria de saber mais sobre essa pessoa.
    Sou historiador e encontrei um inventário post-mortem de um "Comendador João Batista Soares da Silveira e Souza" e acredito ser a mesma pessoa, visto que em seu inventário constam informações que indicam ser construtor.
    Mas este faleceu em 1874, saberia me dizer onde consigo mais informações sobre essa pessoa que você esta falando? Para ver se consigo cruzar as informações.
    Abraços,
    Wagner
    e-mail: wagbaco@gmail.com

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    Respostas
    1. Nascido em 1874

      http://www.sejalider.com.br/familia/baptista/pafg03.htm

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    2. Acho que em 1874 morreu o tio dele, de mesmo nome

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    3. Bom dia Wagner sou descendente do Comendador e seu sobrinho o Coronel no qual tem seu mesmo nome e se instalou em Cachoeirinha. O coronel ( sobrinho) faleceu em 1913 e o Comendador ( tio) em 1874. Caso tenha mais informações favor me encaminhar. email eduardo.wilkens@gmail.com

      obrigado

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  3. Interessante o achado do Wagner Pedroso, podendo tal inventário trazer importantes informações. O Comendador João Batista Soares da Silveira e Souza, (tio), nascido por volta de 1800, chegou ao Brasil em 1813, falecendo em 1874, deixou em Testamento, datado de 18 de janeiro de 1870, para o sobrinho, Coronel João Batista Soares da Silveira e Souza Sobrinho, a propriedade na Villa Cachoeirinha, atual município de Cachoeirinha.
    Mais informações sobre esses pernonagens podem ser obtidas no Livro de Isabel Cristina Camboim Mombach, "Memórias de Cachoeirinha" - Ed. Sagra, 1991 e também, na publicação "Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem", de Eugênio Leonardo de Oliveira, Indústria Gráfica Future, 2002 - Edição do Autor - que discorre brevemente sobre o Coronel João Batista Soares da Silveira e Souza Sobrinho.
    Grato,
    Contato pr.enestim@gmail.com

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  4. Amigos a História é linda e complicada, por exemplo, no primeiro mapa que se tem conhecimento da aldeia, ou seja de Gravataí, esta área do arroio do Hilario para o lado de Cachoeirinha, pertencia a Dona Bernardina. Fui pesquisar quem seria dona Bernardina e descubro o seguinte, os sogros de Rafaél Pinto Bandeira, de seu segundo casamento, com Josefa Eulália de Azevedo e Souza eram José de Azevedo e Souza e Dona Bernardina do Espirito Santo Duarte. Como sabemos o pai de Rafael pinto Bandeira foi o primeiro a receber sesmaria nesta área, eram três Léguas de comprimento, portanto eu acredito que ia do Rio dos sinos em Canoas até o arroio Barnabé em Gravataí, que no mapa antigo é arroio do Hilário.
    Vou tentar ser claro e objetivo no meu ponto de vista; Teria Rafael Pinto Bandeira, doado ou vendido esta área para seus sogros Sr.José de Azevedo e Souza e Dona Bernardina do Espirito Santo Duarte, a partir daí seguiu uma sequência de inventários e testamentos, que veio parar nas mãos do Comendador João Batista Soares da Silveira e Souza (sobrinho), Antes disto teria sido também de seu tio, que o deixou por testamento.

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